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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Justiça diz não à politização do Enem


 
 
Corretísima a decisão do presidente do TRF 5ª Região.É claro que existe uma campanha orquestrada contra o ENEM.Uma pena que o Ministério Público Federal, com tantas coisas a fazer, perca seu tempo para tumultuar o processo seletivo do Enem.Enquanto o MP fica perdendo tempo com picuinhas, os crimes vão prescrevendo.
 
Não duvido nada que o procurador que ajuizou a ação tenha um filho reprovado no exame.Só para lembrar:um juiz do Tribunal citado desobrigou os bachareis em Direito de fazerem a prova da OAB, tão somente porque teve um filho que fora reprovado duas vezes no mencionado exame.
 
A elite cheirosa não quer que o pobre ingresse na universidade pública, nem na universidade privada.A elite deste país é mesquinha, só pensa em si.

"Decisão é do presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, Paulo Roberto de Oliveira, que considerou a disputa judicial "a mais aparente politização das questões relativas ao Enem

Foi suspensa hoje (24) a liminar que liberava o acesso de estudantes às provas e aos espelhos de correção das redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011. A decisão é do presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), Paulo Roberto de Oliveira, que considerou a disputa judicial "a mais aparente politização das questões relativas ao Enem".

Para o presidente, a decisão da Justiça Federal no Ceará desrespeitou acordo firmado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Nacionais (Inep), pela União e pelo Ministério Público Federal, para liberar o acesso às provas corrigidas a partir de 2012. O termo de ajustamento de conduta, mediado pela Subprocuradoria-Geral da República, foi assinado em agosto de 2011.

Oliveira também critica a conduta do MPF no caso, lembrando que o pedido inicial à Justiça sofreu duas alterações ao longo do tempo. Ele sugere que o órgão não sabia o que queria, mas apenas perseguia um resultado. "Se, de um lado, o exame ainda não ostenta – é fato a se lamentar – a qualidade operacional desejada, de outro não pode ser ignorado o descuido – inexiste palavra mais amena para dizê-lo – com que vem sendo judicialmente combatido”.

O desembargador argumenta ainda sobre a dificuldade operacional para que os mais de 3,8 milhões de estudantes que fizeram o Enem tenham acesso às provas, preferindo o conceito de eficiência ao do direito de informação. "A disponibilização das provas e dos espelhos (...) contribuiria mais para tumultuar o certame, já tão devedor de credibilidade à sociedade, que propriamente para eficacizá-lo”.

O MPF havia pedido à Justiça Federal no Ceará que o direito de acesso à redação do Enem e de pedir revisão da nota, já garantido a 12 alunos, fosse estendido a candidatos de todo o Brasil."
 
 
 
 
Nem Ki Lask 

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