
Para combater a alta dos preços de petróleo, os principais construtores aeronáuticos do mundo - representados pelo europeu Airbus, pelo americano Boeing e pela brasileira Embraer (concorrentes ferozes) - têm unido forças na pesquisa por biocombustíveis.
"Há um tempo para a competitividade e um tempo para a cooperação", declarou Jim Albaugh, presidente da Boeing. "Duas das principais ameaças que pendem sobre nossa indústria hoje são o preço do petróleo e o impacto do transporte aéreo no meio ambiente", afirmou.
Em dez anos, o tráfico aéreo aumentou 45%, mas o consumo subiu apenas 3%, disse Tom Enders, presidente da Airbus. Ainda assim, diz ele, tem havido aumento das nocivas emissões de gás carbônico para o meio ambiente.
Os combustíveis soltam na atmosfera um C02 que estava soterrado em nosso planeta há milhares de anos, explicam especialistas.
Os biocombustíveis, em compensação, devolvem à atmosfera o CO2 que as plantas ou as algas (de onde são extraídos) captaram.
Amigo
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