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quarta-feira, 14 de março de 2012

Mantega tira de letra audiência no Senado

Mantega tira de letra audiência no Senado

A crise no Banco do Brasil foi mera “tempestade em copo d’água”, disse nesta terça-feira o ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. 
 
Questionado pelo senador Álvaro Dias (PSDB-PR), o ministro não se furtou também a comentar a saída de Luiz Felipe Denucci da presidência da Casa da Moeda. Se não melhorou sua situação perante os dois temas polêmicos, pelo menos não piorou o quadro no Ministério da Fazenda, temor que o levou a solicitar blindagem à base aliada do governo no Congresso na semana passada.


Pelo jeito, a blindagem deu certo. Apenas o senador Álvaro Dias, da oposição, tocou nos assuntos mais sensíveis e potencialmente prejudiciais a Mantega.


No caso de Denucci, Mantega destacou que não admite “nenhum funcionário nos órgãos do Ministério da Fazenda que não tenha a qualificação técnica para cumprir essa função”. “Quem era o cidadão Luis Denucci? Tinha trabalhado no governo FHC em lugar de responsabilidade, na CVM, na Susep, no BC e no BB. Tinha trabalhado em postos importantes de responsabilidade e tinha um bom currículo. Foi por esta razão que o nomeei", explicou o ministro.


Sobre as especulações de que fora avisado de que havia algo de errado na Casa da Moeda cinco meses antes da demissão de Denucci, Mantega repetiu que não houve qualquer denúncia contra o ex-presidente da Casa da Moeda que não tenha sido investigada, e que só não foi investigado o que não foi informado de forma oficial.


“Não houve nenhuma denúncia formal, denúncia concreta que não fosse investigada pelo Ministério da Fazenda”, disse, acrescentando que a saída de Denucci foi decisão pessoal do ex-presidente da Casa da Moeda, incomodado com “as pressões e o descontentamento” que passaram a criar conflito dentro da Casa da Moeda e dificultando o trabalho.



 
Banco do Brasil

Sobre o Banco do Brasil, Mantega também minimizou as informações que circularam sobre as disputas internas pelo comando. "Temos duas instituições absolutamente sólidas. O BB e a Previ (fundo de pensão) são sólidos e têm tido desempenho excelente. Em 2009, quando houve uma contração forte do crédito, BB teve papel fundamental. Aumentou crédito e reduziu juros. A equipe que está lá é considerada excelente por todos ", defendeu.


O ministro também elogiou o desempenho da Previ (há tres anos, o fundo não cobra contribuição de seus participantes, devido aos bons resultados). “Agora, apareceram essas fofocas. Parecia que tinha gente disputando cargos. Não consegui detectar. 
 
Chamei todo mundo. Não é com fofoca que você vai disputar cargo. Não há disputa de cargos, que estão sob nossa responsabilidade. Isso causou perturbação. Procuramos enquadrá-los todos, mas não se detectou o responsável. Se não, teríamos feito (demitido o responsável)", disse.
 
 
 
 
Nem KI Lask
 

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