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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Família vai pedir exame de DNA de filha de executivo da Yoki








A família do executivo Marcos Matsunaga, 42, morto e esquartejado pela mulher, Elize Matsunaga, 30, pedirá à Justiça um exame de DNA para comprovar se ele é o pai da filha de um ano do casal.


A decisão, segundo Luiz Flávio Borges D’Urso, advogado da família da vítima, está baseada “no passado de Elize”, que conheceu Matsunaga quando era prostituta e atendia pelo site M.Class.


No site, Elize se apresentava como Kelly, uma”loirinha muito carinhosa”e que o cliente “não vai se arrepender” de conhecê-la. Já retirado do site, o anúncio de Elize, feito em 2005, apresentava seus dados: 19 anos, 50 kg, manequim 36 e com 1,65 m de altura. Ao todo, o site exibia 22 fotos sensuais de Elize, identificada como Kelly.


Foi pelo M.Class que Matsunaga a conheceu, assim como a mulher com quem a traiu nos seis meses antes de sua morte, uma morena conhecida como Natália.


“Por conta desse fato [Elize ter sido garota de programa], a família acha por bem acabar com todas dúvidas que existem”, disse D’Urso.


Matsunaga era um dos herdeiros da Yoki Alimentos, uma das maiores empresas alimentícias do Brasil, vendida recentemente para um grupo norte-americano por R$ 1,75 bilhão.


Para a família de Matsunaga, segundo D’Urso, a investigação do crime é “satisfatória”, “mas precisa de pequenos esclarecimentos”.


“Ainda precisamos saber sobre a possibilidade de ela [Elize] ter recebido ajuda de alguém para se desfazer do corpo do Marcos e se o crime foi ou não premeditado”.


“O que Elize fez no período de 12 horas em que esteve fora de casa no dia 20 de maio, quando ela saiu para jogar as partes do corpo do marido [quando foi parada pela Polícia Rodoviária em uma estrada]? Isso precisa ser melhor detalhado.”



VIOLENTA EMOÇÃO
“A família não está convencida sobre essa questão do crime sob violenta emoção. Elize alega que a briga começou após a questão da traição, a possível ameaça de separação e perda da guarda da filha, mas todos esses temas já eram de conhecimento dela havia muito tempo”, disse.


“Ela havia procurado advogados para tratar sobre tudo isso bem antes da morte do Marcos”, afirmou.


O advogado de Elize, Luciano Santoro, não foi localizado ontem para se manifestar sobre a suspeita da paternidade da filha do casal.


A Justiça negou ontem a revogação da prisão temporária (20 dias) de Elize. Até sexta-feira, a polícia pedirá sua prisão preventiva (até um possível julgamento) à Justiça.



DINHEIRO PARA AMANTE
À polícia, a garota de programa Natália disse que Matsunaga dava R$ 4.000 por mês a ela, desde fevereiro, quando se conheceram, para tê-la como amante.


Ainda segundo ela, Matsunaga chegou a pagar R$ 27 mil, em 4 de maio, para que ela retirasse do site M.Class as fotos em que aparece se oferecendo aos clientes.




Bol

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