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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Mulheres organizam marcha pelo direito de fazer parto em casa; conselho pede punição de médico que defendeu a prática na TV


 
 
 
A “Marcha do Parto em Casa” começou a ser organizada nas redes sociais após o Cremerj (Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro) pedir à entidade paulista, o Cremesp, a punição do obstetra Jorge Francisco Kuhn, que defendeu o direito de mulheres saudáveis optarem pelo parto domiciliar.
 
 
Em entrevista no último domingo (10) ao “Fantástico”, da TV Globo, Kuhn afirma que o parto “não é um procedimento cirúrgico”, mas “um ato natural”, e que mulheres sem problemas clínicos ou obstétricos podem optar pelo parto em casa. Não há proibição, mas o Conselho Federal de Medicina recomenda que, por segurança, os partos sejam feitos em hospitais. O médico não foi localizado para comentar.
 
 
Até a noite desta quinta-feira (14), a marcha havia sido confirmada em 13 capitais e no Distrito Federal, além de cinco cidades do interior de São Paulo e outras duas do Paraná --o principal canal da mobilização, com locais e horários, é o Facebook
 
 
Em São Paulo são esperadas de 500 a mil pessoas. “Mas o movimento está tomando proporções que não esperávamos nas redes sociais, então pode ser que esse público aumente”, disse Ana Cristina Duarte, 46, obstetriz, que organiza a marcha na capital paulista.
 
 
As organizadoras afirmam que não defendem o parto em caso, mas o “parto humanizado” e o direito de escolha da mulher. “O objetivo da marcha é trazer visibilidade para a questão, que está em um terreno sombrio da legislação. 
 
 
Os planos de saúde, por exemplo, não cobrem o parto em casa”, disse Ana Cristina, que trabalha tanto em partos domiciliares como hospitalares.
 
 
 
 
PedraBoa
 

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