Toda eleição que José Serra participa há
baixaria.Você, amigo leitor, deve estar lembrado da questão do aborto
trazida por Serra e sua comparsa, a assassina de criancinha Mômica
Serra, na última eleição presidencial.Agora, José Serra, em conluio
com bandidos ligados à administração de Geraldo Alckimn, manda
distribuir panfletos contra o PT no metrô de São Paulo.Esses filhos da
puta que distribuem tal tipo de panfleto deveriam cobrar para que os
metrôs de São São Paulo, administrados há mais de 20 anos por eses
tucanos corruptos, não entrem mais em greve, como ocorreu na semana
passada.Essa é a marca desse sanguessuga Serra.
A revista semanal "Free São Paulo", de distribuição gratuita nas
estações de Metrô e trens de São Paulo -- empresas sob gestão do governo
estadual paulista, governado pelo PSDB desde 1995 -- traz na edição
desta quinta-feira (31) reportagem sobre um suposto esquema de corrupção
do PT que teria ligação com o assassinato de Celso Daniel, em 2002,
quando ele era prefeito de Santo André (ABC).
A capa da publicação traz o símbolo do PT e a chamada "Muito além da morte".
A reportagem faz um apanhado do caso do assassinato de Daniel, em
janeiro de 2002, e aponta o atual prefeito de São Bernardo, Luiz
Marinho, como "o novo gerente do esquema" que "ainda funciona para
garantir a permanência do Partido dos Trabalhadores no poder".
A reportagem traz também uma foto do pré-candidato do PT à Prefeitura de
São Paulo, Fernando Haddad, com a legenda "Em SP, Haddad não faz frente
aos planos de Marinho".
Revistas apreendidas
Exemplares da revista foram apreendidos em Mauá (Grande São Paulo),
cidade administrada pelo PT, de acordo com o publisher da revista,
Luciano Maciel.
De acordo com ele, foram recolhidos no centro de Mauá 535 exemplares da
publicação e ainda a Kombi que transportava o material, por volta das
12h30 de quinta (31). A equipe, composta por um motorista e mais quatro
distribuidores, já tinha espalhado o restante dos 10 mil exemplares.
Ainda de acordo com Maciel, a abordagem foi feita por um tenente da PM
(Polícia Militar) que disse estar "cumprindo ordens" e na delegacia
teria havido intervenção pessoal do secretário de Segurança Pública de
Mauá, Carlos Wilson Tomaz, e da Guarda Municipal.
A secretaria de Segurança Pública confirmou a apreensão e informou que a
ação foi amparada numa lei municipal que proíbe a distribuição de
qualquer tipo de material gráfico em vias públicas sem a autorização da
Prefeitura de Mauá.
Maciel disse que a revista não é ligada a nenhum partido ou político.
Histórico de críticas
A revista "Free São Paulo" tem histórico de reportagens políticas em que confronta o PT e o PSDB.
A edição número 25, do dia 12 de abril, traz como matéria de capa "O ano
das comparações" afirmando que "analistas políticos asseguram que o
tucano (Fernando Henrique), com menos recursos que Lula, fez muito mais
para o País".
O editorial menciona a disputa "polarizada" entre PT e PSDB à Prefeitura de São Paulo.
A edição número 14, do dia 12 de janeiro da revista, traz uma capa sobre
o "descontentamento por parte das instituições de ensino superior em
relação à gestão do ministro Fernando Haddad" e pergunta, em editorial,
“Como um desconhecido de maior parte dos paulistanos, sem nunca antes
ter disputado uma eleição , pode conseguir desbancar nomes favoritos, de
partidos como PSD, PSDB ou DEM, no comendo do Executivo paulistano?”
As assessorias de imprensa do PT e do pré-candidato Fernando Haddad, até agora, não comentaram a edição da revista.
Metrô e CPTM
Tanto o Metrô quanto a CPTM são empresas sob gestão da Secretaria dos
Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, governada pelo PSDB
desde 1995.
As duas empresas, por meio das assessorias de imprensa, afirmaram ao UOL
que não têm relação com a revista e que a distribuição é feita sempre
do lado de fora das estações, por isso sem necessidade de qualquer tipo
de autorização ou convênio.
A reportagem do UOL recebeu a revista a poucos metros da entrada da
estação Barra Funda do Metrô. O expediente da revista indica uma tiragem
de 100 mil exemplares e "distribuição gratuita em todas as estações do
Metrô + 4 CPTM".
Na semana passada, depois de uma greve de metrô na cidade de São Paulo, o
governador Geraldo Alckmin e o pré-candidato à prefeitura pelo PSDB,
José Serra, declararam que a decisão do sindicato dos metroviários tinha
motivação eleitoral. Serra disse também que problemas técnicos nos trens têm sido causados por sabotagem.
"Apolíticos"
O publisher confirma que não existe nenhum convênio com o Metrô e a CPTM
e que a revista já começa a ser distribuída também em outros pontos, na
região do ABC paulista.
Luciano Maciel declarou ainda que a revista não tem compromissos
partidários e que sua equipe é "apolítica". "A proposta da revista é
sair com um conteúdo forte e diversificado. Quando tivermos algo contra o
PSDB também vamos publicar, e posso dizer que vamos provar isso em uma
ou duas semanas", afirmou.
Folha

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